Bares, botecos, restaurantes, charutos, lugares de Curitiba, amigos, críticas, opiniões e otras cositas mas...
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
A verdadeira vocação da cidade, imperdível !!!
De 16 a 28 de março. Ingressos no Park Shopping Barigui. Rua Pedro Viriato Parigot de Souza, 600 e pelo http://www.ingressorapido.com.br/.
Tem milhares de opções, é até difícil escolher, mas uma boa é que durante o festival Curitiba vai inaugurar o Curitiba Comedy Club, http://www.curitibacomedyclub.com.br/ no dia 18.03 um pocket show com Danilo Gentili (do CQC)e Marco Zenni, todos os dias do festival vai ter show com vários comediantes no local. Do que eu já assisti, tem Pequenas caquinhas - um ótimo grupo de comédia, o antropofocus, de Curitiba, criativo e inteligente, dias 18,19,20,21.03 às 20h30 no Regina Vogue. http://www.reginavogue.com.br/
A regra é cômica - 18 a 28.03. Espetáculo de improviso da Cia dos Palhaços www.ciadospalhacos.com.br/.
De 16 a 28 de março. Ingressos no Park Shopping Barigui. Rua Pedro Viriato Parigot de Souza, 600 e pelo http://www.ingressorapido.com.br/.
Tem milhares de opções, é até difícil escolher, mas uma boa é que durante o festival Curitiba vai inaugurar o Curitiba Comedy Club, http://www.curitibacomedyclub.com.br/ no dia 18.03 um pocket show com Danilo Gentili (do CQC)e Marco Zenni, todos os dias do festival vai ter show com vários comediantes no local. Do que eu já assisti, tem Pequenas caquinhas - um ótimo grupo de comédia, o antropofocus, de Curitiba, criativo e inteligente, dias 18,19,20,21.03 às 20h30 no Regina Vogue. http://www.reginavogue.com.br/
A regra é cômica - 18 a 28.03. Espetáculo de improviso da Cia dos Palhaços www.ciadospalhacos.com.br/.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
No site da UOL...
Para quem já está de saco cheio de carnaval e de ficar ouvindo as mesmices de sempre sobre escolas, passistas, baianas...etc...um pequeno trecho de uma matéria muito interessante que está hoje no site da uol...
Conheça a história dos drinques cubanos
Nos bares de Havana
Considerada por muitos anos o quintal dos Estados Unidos, a ilha de Cuba era dominada pela Máfia (que controlava seus cassinos) e, por estar bem perto da Flórida, transformou-se em endereço certo para os ricos em férias, sempre em busca do sol e do lazer com um toque latino. Mostrada dessa maneira, Cuba foi para as telas em diversos filmes, entre os quais O Poderoso Chefão (The Godfather, 1972), JFK – A Pergunta Que Não Quer Calar (JFK, 1991) e até no musical Eles e Elas (Guys and Dolls, 1955), estrelado por um jovem Marlon Brando que leva à ilha uma garota do Exército da Salvação (Jean Simmons) para embebedá-la e seduzi-la. Não havia nem mesmo problemas em denunciar o local como um covil de ditadores violentos e perigosos, como se vê em Resgate de Sangue (We Were Strangers, 1949), de John Huston.
Apaixonado pelos encantos cubanos, o escritor e aventureiro Ernest Hemingway gostava de situar suas histórias nas redondezas. Muitas delas foram filmadas – Uma Aventura na Martinica, O Velho e o Mar, A Ilha do Adeus –, e todas, invariavelmente, regadas com muito rum e drinques típicos. Vários outros filmes abordaram os mistérios de Cuba. É o caso, por exemplo, do longa Nosso Homem em Havana (Our Man in Havana, 1959), de Carol Reed, baseado num livro satírico de Graham Greene para mostrar que o lugar era também um antro de espionagem. No enredo, um comerciante britânico (Alec Guinness) é enviado para observar secretamente o local. Como não tem o que relatar, inventa informações nas quais os ingleses acreditam piamente. O filme teve a má sorte de ser lançado justamente no momento em que uma revolução mudava completamente o rumo de Cuba, quando Fidel Castro e seus barbudos derrubaram a ditadura e transformaram a ilha num reduto comunista que, apesar da abertura, perdura até hoje. Como perdura também o hábito de freqüentar os bares em busca dos drinques típicos, decorados com guarda-chuvinhas, prática obrigatória de todos, sejam ou não artistas.
Muita coisa mudou desde então. Milhares tiveram de se refugiar, inclusive artistas como Desi Arnaz e Andy Garcia – que dirigiu o filme A Cidade Perdida (The Lost City, 2005), com toques nostálgicos e autobiográficos. A maior parte deles foi para Miami – uma das refugiadas foi vivida por Marisa Tomei em Tudo por um Sonho (The Perez Family, 1995). Todos, é claro, continuaram bebendo rum, Daiquiris e Mojitos. Esse hábito persistiu quando os personagens das tramas cinematográficas enveredaram pelo crime. Basta se lembrar, por exemplo, de Scarface (1983), de Brian de Palma, ou Miami Vice (2006).
Daiquiris e Mojitos também fizeram a festa no show business de Os Reis do Mambo (The Mambo Kings, 1992), no cotidiano da vida gay de South Beach, em Miami Beach, haja vista A Gaiola das Loucas (The Birdcage, 1996), e em muitos outros filmes que reconstruíram tempos não tão bons, como nos mostra Cuba (1979), de Richard Lester, ou Topázio (Topaz, 1969), do mestre Hitchcock – um relato da crise dos mísseis. ( fonte - http://basilico.uol.com.br/conteudo.php?id=1175)
Conheça a história dos drinques cubanos
Nos bares de Havana
Considerada por muitos anos o quintal dos Estados Unidos, a ilha de Cuba era dominada pela Máfia (que controlava seus cassinos) e, por estar bem perto da Flórida, transformou-se em endereço certo para os ricos em férias, sempre em busca do sol e do lazer com um toque latino. Mostrada dessa maneira, Cuba foi para as telas em diversos filmes, entre os quais O Poderoso Chefão (The Godfather, 1972), JFK – A Pergunta Que Não Quer Calar (JFK, 1991) e até no musical Eles e Elas (Guys and Dolls, 1955), estrelado por um jovem Marlon Brando que leva à ilha uma garota do Exército da Salvação (Jean Simmons) para embebedá-la e seduzi-la. Não havia nem mesmo problemas em denunciar o local como um covil de ditadores violentos e perigosos, como se vê em Resgate de Sangue (We Were Strangers, 1949), de John Huston.
Apaixonado pelos encantos cubanos, o escritor e aventureiro Ernest Hemingway gostava de situar suas histórias nas redondezas. Muitas delas foram filmadas – Uma Aventura na Martinica, O Velho e o Mar, A Ilha do Adeus –, e todas, invariavelmente, regadas com muito rum e drinques típicos. Vários outros filmes abordaram os mistérios de Cuba. É o caso, por exemplo, do longa Nosso Homem em Havana (Our Man in Havana, 1959), de Carol Reed, baseado num livro satírico de Graham Greene para mostrar que o lugar era também um antro de espionagem. No enredo, um comerciante britânico (Alec Guinness) é enviado para observar secretamente o local. Como não tem o que relatar, inventa informações nas quais os ingleses acreditam piamente. O filme teve a má sorte de ser lançado justamente no momento em que uma revolução mudava completamente o rumo de Cuba, quando Fidel Castro e seus barbudos derrubaram a ditadura e transformaram a ilha num reduto comunista que, apesar da abertura, perdura até hoje. Como perdura também o hábito de freqüentar os bares em busca dos drinques típicos, decorados com guarda-chuvinhas, prática obrigatória de todos, sejam ou não artistas.
Muita coisa mudou desde então. Milhares tiveram de se refugiar, inclusive artistas como Desi Arnaz e Andy Garcia – que dirigiu o filme A Cidade Perdida (The Lost City, 2005), com toques nostálgicos e autobiográficos. A maior parte deles foi para Miami – uma das refugiadas foi vivida por Marisa Tomei em Tudo por um Sonho (The Perez Family, 1995). Todos, é claro, continuaram bebendo rum, Daiquiris e Mojitos. Esse hábito persistiu quando os personagens das tramas cinematográficas enveredaram pelo crime. Basta se lembrar, por exemplo, de Scarface (1983), de Brian de Palma, ou Miami Vice (2006).
Daiquiris e Mojitos também fizeram a festa no show business de Os Reis do Mambo (The Mambo Kings, 1992), no cotidiano da vida gay de South Beach, em Miami Beach, haja vista A Gaiola das Loucas (The Birdcage, 1996), e em muitos outros filmes que reconstruíram tempos não tão bons, como nos mostra Cuba (1979), de Richard Lester, ou Topázio (Topaz, 1969), do mestre Hitchcock – um relato da crise dos mísseis. ( fonte - http://basilico.uol.com.br/conteudo.php?id=1175)
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
LUST
A Eisenbahn Lust Prestige é fabricada pelo método champenoise. Depois da fermentação pelo método convencional, a cerveja segue para uma vinícola, onde passa por uma segunda fermentação dentro da garrafa. Logo após, a Eisenbahn Lust Prestige entra na etapa chamada cuvèe, que no seu caso dura um ano. Com isso, apresenta paladar mais seco e aromas amanteigado, de brioche e tabaco. Informações do site da fábrica - http://www.eisenbahn.com.br/
Onde adquirir: armazém da serra - mercado municipal de Curitiba Av. 7 de setembro 1865 Box 288/289
Lá você encontra diversas cervejas importadas e nacionais.
e mail: armazemdaserra@bol.com.br
Onde adquirir: armazém da serra - mercado municipal de Curitiba Av. 7 de setembro 1865 Box 288/289
Lá você encontra diversas cervejas importadas e nacionais.
e mail: armazemdaserra@bol.com.br
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Curitiba: a cidade sem carnaval
Curitiba, decididamente, não tem vocação para carnaval...dizem que o curitibano é frio...polêmica eterna, mas, convenhamos, não somos dados a grandes arroubos festivos a toda hora, somos mais reservados e fechados, principalmente no inverno, talvez mais seletivos e críticos.
Porque, então, insistir em carnaval...porque justamente não aproveitar a vocação da cidade para a Cultura e utilizar turisticamente - Curitiba, a cidade sem carnaval: se você quer escapar da folia, não gosta de carnaval e quer programas alternativos, venha conhecer a cidade. Porque não um conjunto de opções culturais alternativas ao carnaval ? Enquanto não assumirmos a vocação anti carnavalesca, vamos continuar patinando com aqueles desfiles chinfrins e uns bailinhos sem graça, e vamos continuar vendo a cidade vazia nessa época do ano e fora do cenário cultural do Brasil na semana do Momo...
Porque, então, insistir em carnaval...porque justamente não aproveitar a vocação da cidade para a Cultura e utilizar turisticamente - Curitiba, a cidade sem carnaval: se você quer escapar da folia, não gosta de carnaval e quer programas alternativos, venha conhecer a cidade. Porque não um conjunto de opções culturais alternativas ao carnaval ? Enquanto não assumirmos a vocação anti carnavalesca, vamos continuar patinando com aqueles desfiles chinfrins e uns bailinhos sem graça, e vamos continuar vendo a cidade vazia nessa época do ano e fora do cenário cultural do Brasil na semana do Momo...
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Fotos do Ribeirão conforme prometido
Isso merece uma ida ao boteco com os amigos !
Pessoal, ontem um político acusado de corrupção foi preso no Brasil...isso merece uma bela botecada...e que a justiça não pare por aí. Ele até pode ser solto logo, mas que já é um belo exemplo, e um aviso aos corruptos e aos que contam com a impunidade, isso é...
Vale um brinde !
Vale um brinde !
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Papo de boteco: Listas
As pessoas tem verdaderia fascinação por listas, geralmente no final do ano, todo jornalista faz a sua, lista de filmes, lista de pessoas, tem que ter cuidado em verificar a origem da lista, por exemplo, lista dos melhores do ano, mais sexys, mas isso ou aquilo....melhores para quem ? Muitas vezes a lista é usada só para puxar saco desse ou daquele ou faturar algum...lista de livros, lista de mais bem vestidos...a lista é uma mania mundial...é irresistível, é só aparecer uma lista e a gente vai logo ver, deve ser coisa do insconsciente. Aliás, quantos tem que haver para ser uma lista...? Existe lista de 2 ? e de 3 ? Uma das listas mais famosas, aliás, e que entrou em extinção é a lista de telefones...alguém ainda consulta isso depois que inventaram o celular que armazena contatos e o google ? Pois bem, eu ando pensando em elaborar uma lista, mas ainda não sei bem de quê, assim que tiver um idéia, faço a postagem da minha lista.
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